segunda-feira, 3 de novembro de 2008

دام - hip-hop palestino


http://www.dampalestine.com

DAM pode ser lido como acrónimo de Da Arabian MC's, mas não deixa de remeter para دام, o radical que contém a ideia de durabilidade. Estes rappers palestinos cantam em árabe, mas também em inglês e hebraico. Para os apreciadores do género, entre os quais me incluo vivamente há mais de duas décadas, a não perder, absolutamente.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

A1.2 - Conjugação verbal . 5

Conjuntivo

Verbo كتب (kataba) - escrever


O conjuntivo é formado a partir da vocalização do imperfeito, que no caso deste verbo é يَكْتُبُ [yaktubu].

Singular


  1. أَكْتُبَ
    'aktuba

  2. تَكْتُبَ تَكْتُبي
    taktuba [m] taktubī [f]

  3. يَكْتُبَ تَكْتُبَ
    yaktuba [m] taktuba [f]

Dual

  1. ــــــــــــــــــ

  2. تَكْتُبا
    taktubā

  3. يَكْتُبا تَكْتُبا
    yaktubā [m] taktubā [f]

Plural

  1. نَكْتُبَ
    naktuba

  2. تَكْتُبو تَكْتُبْنَ
    taktubū [m] taktubna [f]

  3. يَكْتُبو يَكْتُبْنَ
    yaktubū [m] yaktubna [f]


Esquema da conjugação verbal árabe organizada à maneira árabe (talvez não aconselhável antes de ter a conjugação à ocidental dominada :D )

A1.2 - Sessão 02 - TPC

Trabalhos para casa para a sessão 03:

  • escrever 5 frases com أحب
  • escrever 5 frases com لا أحب
  • rever os numerais
  • rever as horas
  • listar vocabulário da folha distribuída na aula, separando substantivos, adjectivos, verbos, pronomes, preposições

A1.2 - Sessão 02 - 2008.10.29

1. Conversação

2. Sistema verbal

  • imperfeito do indicativo activo
A conjugação do imperfeito do indicativo activo pode ser vista e estudada aqui.


3. Oração integrante introduzida por أَنْ

A oração introduzida por أن ['an] usa-se, entre outras, em circunstâncias onde em português esperaríamos um infinitivo. Pode também equivaler a uma integrante:

أريد أن أذهبَ
['urîdu 'an 'aḏhaba]
Quero ir

أريد أن تذهبَ
['urîdu 'an taḏhaba]
Quero que tu (homem) vás

أريد أن تذهبي
['urîdu 'an taḏhabî]
Quero que tu (mulher) vás

N.B.: a partícula أن constrói-se com o modo conjuntivo, que no singular se distingue do indicativo apenas pela substituição do [u] final por um [a] em todas as pessoas excepto na 2ª feminina, em que o ـن [na] final desaparece.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Futebol na Palestina


A selecção de futebol da Palestina jogou pela primeira vez na sua terra. O adversário foi outra equipa árabe a Jordânia, e o resultado um empate, 1-1. O resumo em vídeo pode ser visto na página do Público. Fica aqui a notícia, porque este blogue também se faz disto.

domingo, 26 de outubro de 2008

A1.2 - Apresentações - André


Esta é a minha apresentação. Façam as vossas, e publiquem! Se não conseguirem introduzir os caracteres árabes, enviem em transcrição, que eu passo para o alfabeto árabe.

إسمي أنـدري، وأنا من البرتغال

عُمْري سبعة وثلاثونَ عاماً
أنا أستاذُ، أدرّس اللاتينية في جامعةِ لِشبونةَ
أُحِبُّ عملي لأنيّ أحب اللغةَ والأدبَ والتدريسَ


ʾismī André, wa-ʾanā mina l-Burtuġāl
ʿumrī sitta wa-ṯalāṯūn ʿām
ʾanā ʾustāḏ, ʾudarrisu l-lātīnīya fī jāmiʿat Lišbūna
ʾuḥibbu ʿamalī liʾannī ʾuḥibbu l-luġa wa-l-ʾadab wa-l-tadrīs


O meu nome é André, e sou de Portugal
A minha idade é de 37 anos
Sou professor, ensino Latim na Universidade de Lisboa
Adoro o meu trabalho, porque gosto da língua, da literatura, do ensino.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

A1.2 - Sessão 01 - 2008.10.22

1. Apresentações
  • nome
  • nacionalidade
  • idade
  • estado civil
  • ocupação
Exemplos de apresentações aqui e aqui.
2. Alfabeto
  • reconhecimento de letras
  • vogais breves
  • exercícios de leitura
3. A negação da posse

ليس لي سيارة
[laysa lî sayyâra]
eu não tenho carro

A negação da posse com pronome afixo faz-se recorrendo à forma ليس , na 3ª pessoa do singular masculina, independentemente do sujeito do enunciado.

4. O verbo de negação de "ser" e "estar" no presente

A negação de "ser" e "estar" no presente faz-se recorrendo ao verbo ليس :


singular

لَسْتُ

لَسْتَ لَسْتِ

لَيسَ لَيسَتْ


plural

لَسْنا

لَسْتُم لَسْتُنَّ

لَيسوا لَسْنَ

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Conferências na FLUL


CONFERÊNCIAS
no âmbito da Exposição O Sahara: Patrimónios, Arte e Memória

DIVERSITÉ DES FORMES D’ADAPTATION CULTURELLE EN MILIEU SAHARIEN

Rachid Bellil
Centre National de Recherches Préhistoriques, Anthropologiques et Historiques
Ministério da Cultura da República Democrática e Popular da Argélia



Prof. Doutor João Soeiro
Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos de Música e Dança
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa
27 de Outubro de 2008 — 16h00
Sala 5.2 – Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa



Entrada Livre

Organização:
Centro de História da Universidade de Lisboa
(Linha de Investigação Modelos Identitários)
Instituto de Estudos Árabes e Islâmicos «David Lopes»
Mestrado O Sul Ibérico e o Mediterrâneo

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Novos cursos - 2008 / 2009

O CLi inicia a partir desta semana os seus novos cursos de Árabe. Esperemos que sejam apenas os primeiros de muitos, para este ano!

Amanhã, dia 22, começa o módulo A1.2, com horário das 18:00 às 21:00, às Quartas.

No dia 27 começa o módulo de iniciação, A1.1, com horário das 18:00 às 21:00, às Segundas.

As salas não estão ainda definidas, por isso o encontro será na sala do CLi, salvo indicação em contrário por parte dos formadores ou do coordenador.

Estão ainda abertas inscrições para qualquer dos módulos.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Colóquio Internacional A Península Ibérica, o Magrebe e o Mediterrâneo e a Exposição O Sahara: Patrimónios, Arte e Memória,

Recebi por email a seguinte informação:

«Ex.mo(a) Senhor(a)
O Centro de História da Universidade de Lisboa vem por este meio divulgar o Colóquio Internacional A Península Ibérica, o Magrebe e o Mediterrâneo e a Exposição O Sahara: Patrimónios, Arte e Memória, organizados pelo Centro de História (no âmbito da sua linha de investigação em Modelos Identitários) em colaboração com o CIDEHUS (Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora), e coordenados pelo Prof. Doutor Hermenegildo Fernandes, investigador do C.H.U.L. O Colóquio, com o qual se pretende proceder ao lançamento do novo curso de mestrado O Sul Ibérico e o Mediterrâneo, leccionado entre a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e a Universidade de Évora, visa discutir aspectos vários da história e da cultura das duas margens do Mediterrâneo Ocidental, incidindo sobretudo sobre a Antiguidade e a Idade Média, e contará com a participação de vários especialistas portugueses e argelinos de reconhecido mérito. O Colóquio terá lugar nos dias 13 e 14 de Outubro, no Anfiteatro III da Faculdade de Letras, e a Exposição decorrerá entre 13 e 31 do mesmo mês, no átrio da mesma instituição.»

UNESCO premeia o "coração árabe" do poeta e ensaísta português Adalberto Alves

Saiu no Público de hoje (página 18):


«UNESCO premeia o "coração árabe" do poeta e ensaísta português Adalberto Alves
09.10.2008, Margarida Santos Lopes

Os 22 mil euros
vão ajudar a financiar
uma enciclopédia para
a qual nenhuma embaixada
ou instituto cultural
quis contribuir

Adalberto Alves consegue precisar o momento em que se apaixonou pela cultura árabe. Foi aos cinco anos, quando viu o filme Ladrão de Bagdad, "não a versão muda" mas a que foi realizada em 1940 por Ludwig Berger, Michael Powell e Tim Whelan. Ontem, a UNESCO recompensou esse amor, mas também a sua "busca interior", que o levou a escrever "uns 30 e tal livros", como afirmou ao PÚBLICO, por telefone.

Autor de O Meu Coração é Árabe, provavelmente uma das suas obras mais conhecidas - "os leitores sentiram-se tocados como se tivessem reencontrado um parente perdido" - o poeta, ensaísta e tradutor português vai receber 22 mil euros, o valor do Prémio Sharjah para a Cultura Árabe, criado pela UNESCO em 1998.

A mesma quantia será atribuída ao egípcio Gabel Asfour, director da Fundação de Tradução Nacional no Cairo. A Asfour foi reconhecido o seu "importante papel na divulgação da cultura árabe pelo mundo" - é professor em universidades dos EUA, da Europa e do Médio Oriente.

A Adalberto Alves, director do Centro de Estudos Luso-Árabe, em Silves, a UNESCO enalteceu-o por ter "inspirado muitos escritores portugueses e espanhóis [um deles o romancista Pedro Plasencia, autor de El Tiempo de los Cerezos] a divulgar a história da cultura árabe do Gharb al-Andalus".

Hoje, o advogado que de dia trabalhava num banco e de noite "dormia pouco" para ir além do "romantismo e exotismo" do Ladrão de Bagdad, prepara um dicionário de palavras portuguesas de origem árabe (toponímia, antroponímia, léxico corrente e empréstimos semânticos), a publicar em 2009. Já havia um, de José Pedro Machado, mas este tem mais elementos, "ainda que não pretenda ser exaustivo, porque todos os dias o português recebe contribuições árabes, como Al-Qaeda/A Base).

Assim, se já sabíamos que "oxalá" derivava de Insh'Allah (Deus queira), ficamos a saber que os árabes nos deram a "bochecha" (mashash), o jorro (jara), o açaime (al-zimân), a febra (habra) ou o tamarindo (tamr al-hindi, tâmara do Índico). Como chegou ele aqui? "Consultando muitos dicionários e fontes árabes", língua que aprendeu na Universidade Nova, nos anos 1980.

Para fazer a necessária pesquisa e escrever este dicionário, o arabista bateu às portas de "várias embaixadas e instituições culturais". Nenhuma se abriu, lamenta. Agora parte do prémio será usada para pagar despesas como a compra da imprescindível Enciclopédia do Islão, "com 12 volumes e cada um a 150 contos".

O Prémio Sharjah deve o nome e fundos a um emirado do golfo Pérsico. Curiosamente, Sharjah é um dos raros territórios árabes que Adalberto Alves, de 69 anos, ainda não visitou. A sua atenção vira-se agora para o sufismo, o misticismo islâmico. "Se perguntarem se sou muçulmano digo que sim, mas também que sou hindu, porque acredito na unidade de todas as religiões."

Sharjah, o território que dá nome ao prémio, é um dos poucos lugares árabes que Adalberto Alves ainda não visitou.»

domingo, 28 de setembro de 2008

Festival Islâmico al-Mossassa


Decorre em Marvão, de 3 a 5 de Outubro o Festival Islâmico al-Mossassa, celebrando assim a fundação do seu castelo, no século IX, por ibn Marwân, de quem tirou o nome.

عبد الرحمن بن مروان بن یونس

ʿAbdu r-Raḥmān bnu Marwān bnu Yūnus, também conhecido por "ibnu l-Jillīqī" (filho do Galego, designando "galego" qualquer habitante do Norte cristão) era um muwallad, um descendente de não muçulmanos, que, em 868, se revoltou contra o emir de Córdova, liderando um exército de moçárabes e muwallad. Um dos seus bastiões foi a vila de Marvão, cujo castelo construiu no cimo do monte, em cujo sopé se situou a cidade romana de Amaia.

O programa é aliciante!

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Cursos 2008

cartaz01

O ano lectivo começou, e o CLi retoma também a oferta de cursos. Os interessados na língua Árabe (e não só!) deverão contactar o CLi através dos contactos disponíveis na sua página, de modo a obter informações mais concretas. No caso do Árabe, poderão também contactar-me directamente.

Arabian Love Poems


Nizar Qabbani (é assim a transcrição correcta) é um dos poetas mais populares das letras árabes. Nascido em Damasco em 1923, morreu em 1998, em Londres.

Esta edição reúne poemas de temática amorosa, talvez o aspecto que mais notabilizou Qabbani. Os poemas são apresentados em versão bilingue, com a particularidade de o texto árabe não ser tipográfico, mas manuscrito (e vocalizado) pelo próprio Qabbani. Embora isto possa trazer dificuldades a quem está menos familiarizado e treinado na escrita árabe, não deixa de ser uma mais valia importante.

Nizar Kabbani, Arabian Love Poems. Full Arabic and English Texts. Three Continents Press, 1998

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Les Quarante Hadiths - الأربعون النووية


As hadith (حَديث ج أحاديث) são breves relatos orais que dão conta dos ditos e feitos de Maomé, constituídas por dois elementos: o relato propriamente dito, o matn (مَـتْـن), e a linha de transmissão, 'isnad (إسْناد). A linha de transmissão remonta aos tempos do Profeta, e visa autenticar o conteúdo da hadith.

O Imam An-Nawawi (631-676) recolheu 40 hadith de Maomé, que são editadas por este volume bilingue (árabe - framcês), e com transcrição fonética. O texto árabe está integralmente vocalizado.

Imam An-Nawawi, Les Quarante Hadiths - الأربعون النووية . Dar Albouraq, Beirute, 2005

sábado, 13 de setembro de 2008

Toponímia - Alcaria

A quem anda pelas estradas secundárias das planícies alentejanas não passa despercebida a quantidade de povoações com o nome "Alcaria", ora simples ora, mais comummente, composto. Por exemplo, "Alcaria dos Ruivos" ou "Alcaria dos Javazes". Alcaria é o árabe القرية (al-qarya), do radical قرى , com o sentido de hospitalidade.

قرية ج قرى
[qarya pl. qurān] - aldeia, povoação
Raiz: قرى

Toponímia - Albufeira

P9120004

Uma das praias mais bonitas da região de Lisboa é a Lagoa de Albufeira, perto de Sesimbra. O nome deve-se à grande lagoa de água salgada, que comunica com o mar na maré cheia. O aspecto curioso deste topónimo é o seu carácter pleonástico. É que se "lagoa" tem um significado claro para qualquer falante de português, "albufeira" é menos corrente, embora exista como substantivo comum, referindo-se a um lago de água salgada, ou, mais frequentemente, ao lago formado pelas águas contidas de uma represa.

A palavra tem a sua origem no árabe البحيرة (al-buḥayra - lagoa), do radical بحر , que dá também origem ao substantivo بحر (baḥr - mar), de que بحيرة é formalmente um diminutivo com a marca de feminino.

A mais conhecida Albufeira portuguesa é a situada no Algarve, mas esta, a de Sesimbra, é bem mais bonita.


بحيرة
[buḥayra] - lagoa
Raiz: بحر

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Uma viagem ao Gharb al-Andalus . 2


Numa rua de Faro, enquanto procurava uma pastelaria para matar saudades dos doces algarvios e dar uma facadinha na dieta, dei de caras com isto.

Uma viagem ao Gharb al-Andalus . 1

P9090207


Passei dois dias entre Mértola e o Milreu. Deixo aqui ligações para as fotografias que por lá tirei.

sábado, 6 de setembro de 2008

E não é que falou mesmo?


Ia eu na rua, aqui em Torres Vedras, com esta t-shirt, quando notei que do outro lado da rua um rapaz num carro estacionado me chamava. Quando cheguei perto dele, perguntou-me se eu sabia o que estava escrito. Quando lhe disse que sim, começou imediatamente a falar-me em árabe. O diálogo foi mais ou menos assim, e eu dispenso tradução:

هو ـ هل تتكلم العربية؟
أنا ـ قليلا
هو ـ أنا مغربي وأنت؟
أنا ـ أنا برتغالي
هو ـ أين تدرس العربية؟
أنا ـ في حامعة لشبونة وفي إنترنت أيضا
هو ـ أأنت مسلم؟
أنا ـ لا

huwa – hal tatakalamu l-ʿarabīya?
'anā – qalīlan
huwa – 'anā maġribīy wa-'anta?
'anā – 'anā burtuġālīy
huwa – 'ayna tadrusu l-ʿarabīya?
'anā – fī jāmiʿat Lišbūna wa- fī 'intirnit 'aiḍan
huwa – 'a'anta muslim?
'anā - lā

Depois perguntou-me se via canais de TV árabes, e porque aprendia árabe. Não me lembro da estrutura frásica que ele usou, e respondi em português, porque no inesperado da situação, e tendo em conta os meus ainda limitados conhecimentos, não era capaz de frases mais complexas. Foi uma experiência muito curiosa, fiquei muito contente por ter conhecido uma pessoa nova, e por ter conseguido acompanhar o diálogo em árabe.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Modern Arabic Short Stories

السلام عليكم يا أصدقائي كيف حالكم؟

Ronak Husni, Daniel L. Newman (ed.), Modern Arabic Short Stories. A bilingual Reader. Saqi Books, Londres, 2008. ISBN 13: 978-0-86356-436-9

O presente volume reúne 12 pequenos contos de outros tantos autores de língua árabe, de Marrocos ao Iraque. Os editores usaram como principais critérios de selecção a representatividade geográfica, e inexistência de traduções em inglês. Os nomes presentes são de autores consagrados nas letras árabes modernas, com particular destaque para o “Nobel” egípcio Najib Mahfouz (editado em Portugal como Naguib). A edição é, como indica o título, bilingue: na página direita o original árabe, na esquerda a tradução inglesa. O texto árabe não foi editado, respeitando as edições originais. A vocalização é rara, surgindo apenas em casos de eventual ambiguidade. Os editores anotaram, porém, o texto, com notas que remetem para o final de cada conto, desenvolvendo aspectos gramaticais e culturais. O objectivo assumido pelos editores é a utilização destes textos quer em situação de aula quer em aprendizagem autodidacta, e por isso os contos estão organizados de acordo com o grau de dificuldade.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Cosmorama - Islão

O programa Cosmorama de dia 17 de Agosto, na Antena 2, dedicou a sua emissão ao Islão e à sua música. A emissão está disponível para ouvir na página do programa.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Provérbios e frases feitas . 24

Para não esquecer o árabe durante as férias!


العلم في الصغر كالنقش في الحجر
[al-ʿilm fī ṣ-ṣiġar ka-n-naqš fī l-ḥajar]
o conhecimento na juventude é como um relevo na pedra

Vocabulário:
  • حجر ج أحجار
    [ḥajar pl. 'aḥjār] - pedra
    Raiz: حجر

  • صغر
    [ṣiġar] - juventude
    Raiz: صغر

  • نقش ج نقوش
    [naqš pl. nuqūš] - escultura, relevo
    Raiz: مهد

N.B.: a partícula كـ [ka-] introduz uma comparação.

Provérbios e frases feitas . 23

Para não esquecer o árabe durante as férias!



أطلبوا العلم من المهد إلى اللحد
['uṭlubū l-ʿilm mina l-mahd 'ilā l-laḥd]
procurai o conhecimento desdo o berço até ao túmulo
(ditos do Profeta)

Vocabulário:
  • طلب (u)
    [ṭalaba] - procurar
    Raiz: طلب

  • لحد ج لحود
    [laḥd pl. luḥūd] - túmulo
    Raiz: لحد

  • مهد ج مهود
    [mahd pl. muhūd] - berço
    Raiz: مهد