sexta-feira, 31 de outubro de 2008

A1.2 - Sessão 02 - 2008.10.29

1. Conversação

2. Sistema verbal

  • imperfeito do indicativo activo
A conjugação do imperfeito do indicativo activo pode ser vista e estudada aqui.


3. Oração integrante introduzida por أَنْ

A oração introduzida por أن ['an] usa-se, entre outras, em circunstâncias onde em português esperaríamos um infinitivo. Pode também equivaler a uma integrante:

أريد أن أذهبَ
['urîdu 'an 'aḏhaba]
Quero ir

أريد أن تذهبَ
['urîdu 'an taḏhaba]
Quero que tu (homem) vás

أريد أن تذهبي
['urîdu 'an taḏhabî]
Quero que tu (mulher) vás

N.B.: a partícula أن constrói-se com o modo conjuntivo, que no singular se distingue do indicativo apenas pela substituição do [u] final por um [a] em todas as pessoas excepto na 2ª feminina, em que o ـن [na] final desaparece.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Futebol na Palestina


A selecção de futebol da Palestina jogou pela primeira vez na sua terra. O adversário foi outra equipa árabe a Jordânia, e o resultado um empate, 1-1. O resumo em vídeo pode ser visto na página do Público. Fica aqui a notícia, porque este blogue também se faz disto.

domingo, 26 de outubro de 2008

A1.2 - Apresentações - André


Esta é a minha apresentação. Façam as vossas, e publiquem! Se não conseguirem introduzir os caracteres árabes, enviem em transcrição, que eu passo para o alfabeto árabe.

إسمي أنـدري، وأنا من البرتغال

عُمْري سبعة وثلاثونَ عاماً
أنا أستاذُ، أدرّس اللاتينية في جامعةِ لِشبونةَ
أُحِبُّ عملي لأنيّ أحب اللغةَ والأدبَ والتدريسَ


ʾismī André, wa-ʾanā mina l-Burtuġāl
ʿumrī sitta wa-ṯalāṯūn ʿām
ʾanā ʾustāḏ, ʾudarrisu l-lātīnīya fī jāmiʿat Lišbūna
ʾuḥibbu ʿamalī liʾannī ʾuḥibbu l-luġa wa-l-ʾadab wa-l-tadrīs


O meu nome é André, e sou de Portugal
A minha idade é de 37 anos
Sou professor, ensino Latim na Universidade de Lisboa
Adoro o meu trabalho, porque gosto da língua, da literatura, do ensino.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

A1.2 - Sessão 01 - 2008.10.22

1. Apresentações
  • nome
  • nacionalidade
  • idade
  • estado civil
  • ocupação
Exemplos de apresentações aqui e aqui.
2. Alfabeto
  • reconhecimento de letras
  • vogais breves
  • exercícios de leitura
3. A negação da posse

ليس لي سيارة
[laysa lî sayyâra]
eu não tenho carro

A negação da posse com pronome afixo faz-se recorrendo à forma ليس , na 3ª pessoa do singular masculina, independentemente do sujeito do enunciado.

4. O verbo de negação de "ser" e "estar" no presente

A negação de "ser" e "estar" no presente faz-se recorrendo ao verbo ليس :


singular

لَسْتُ

لَسْتَ لَسْتِ

لَيسَ لَيسَتْ


plural

لَسْنا

لَسْتُم لَسْتُنَّ

لَيسوا لَسْنَ

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Conferências na FLUL


CONFERÊNCIAS
no âmbito da Exposição O Sahara: Patrimónios, Arte e Memória

DIVERSITÉ DES FORMES D’ADAPTATION CULTURELLE EN MILIEU SAHARIEN

Rachid Bellil
Centre National de Recherches Préhistoriques, Anthropologiques et Historiques
Ministério da Cultura da República Democrática e Popular da Argélia



Prof. Doutor João Soeiro
Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos de Música e Dança
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa
27 de Outubro de 2008 — 16h00
Sala 5.2 – Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa



Entrada Livre

Organização:
Centro de História da Universidade de Lisboa
(Linha de Investigação Modelos Identitários)
Instituto de Estudos Árabes e Islâmicos «David Lopes»
Mestrado O Sul Ibérico e o Mediterrâneo

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Novos cursos - 2008 / 2009

O CLi inicia a partir desta semana os seus novos cursos de Árabe. Esperemos que sejam apenas os primeiros de muitos, para este ano!

Amanhã, dia 22, começa o módulo A1.2, com horário das 18:00 às 21:00, às Quartas.

No dia 27 começa o módulo de iniciação, A1.1, com horário das 18:00 às 21:00, às Segundas.

As salas não estão ainda definidas, por isso o encontro será na sala do CLi, salvo indicação em contrário por parte dos formadores ou do coordenador.

Estão ainda abertas inscrições para qualquer dos módulos.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Colóquio Internacional A Península Ibérica, o Magrebe e o Mediterrâneo e a Exposição O Sahara: Patrimónios, Arte e Memória,

Recebi por email a seguinte informação:

«Ex.mo(a) Senhor(a)
O Centro de História da Universidade de Lisboa vem por este meio divulgar o Colóquio Internacional A Península Ibérica, o Magrebe e o Mediterrâneo e a Exposição O Sahara: Patrimónios, Arte e Memória, organizados pelo Centro de História (no âmbito da sua linha de investigação em Modelos Identitários) em colaboração com o CIDEHUS (Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora), e coordenados pelo Prof. Doutor Hermenegildo Fernandes, investigador do C.H.U.L. O Colóquio, com o qual se pretende proceder ao lançamento do novo curso de mestrado O Sul Ibérico e o Mediterrâneo, leccionado entre a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e a Universidade de Évora, visa discutir aspectos vários da história e da cultura das duas margens do Mediterrâneo Ocidental, incidindo sobretudo sobre a Antiguidade e a Idade Média, e contará com a participação de vários especialistas portugueses e argelinos de reconhecido mérito. O Colóquio terá lugar nos dias 13 e 14 de Outubro, no Anfiteatro III da Faculdade de Letras, e a Exposição decorrerá entre 13 e 31 do mesmo mês, no átrio da mesma instituição.»

UNESCO premeia o "coração árabe" do poeta e ensaísta português Adalberto Alves

Saiu no Público de hoje (página 18):


«UNESCO premeia o "coração árabe" do poeta e ensaísta português Adalberto Alves
09.10.2008, Margarida Santos Lopes

Os 22 mil euros
vão ajudar a financiar
uma enciclopédia para
a qual nenhuma embaixada
ou instituto cultural
quis contribuir

Adalberto Alves consegue precisar o momento em que se apaixonou pela cultura árabe. Foi aos cinco anos, quando viu o filme Ladrão de Bagdad, "não a versão muda" mas a que foi realizada em 1940 por Ludwig Berger, Michael Powell e Tim Whelan. Ontem, a UNESCO recompensou esse amor, mas também a sua "busca interior", que o levou a escrever "uns 30 e tal livros", como afirmou ao PÚBLICO, por telefone.

Autor de O Meu Coração é Árabe, provavelmente uma das suas obras mais conhecidas - "os leitores sentiram-se tocados como se tivessem reencontrado um parente perdido" - o poeta, ensaísta e tradutor português vai receber 22 mil euros, o valor do Prémio Sharjah para a Cultura Árabe, criado pela UNESCO em 1998.

A mesma quantia será atribuída ao egípcio Gabel Asfour, director da Fundação de Tradução Nacional no Cairo. A Asfour foi reconhecido o seu "importante papel na divulgação da cultura árabe pelo mundo" - é professor em universidades dos EUA, da Europa e do Médio Oriente.

A Adalberto Alves, director do Centro de Estudos Luso-Árabe, em Silves, a UNESCO enalteceu-o por ter "inspirado muitos escritores portugueses e espanhóis [um deles o romancista Pedro Plasencia, autor de El Tiempo de los Cerezos] a divulgar a história da cultura árabe do Gharb al-Andalus".

Hoje, o advogado que de dia trabalhava num banco e de noite "dormia pouco" para ir além do "romantismo e exotismo" do Ladrão de Bagdad, prepara um dicionário de palavras portuguesas de origem árabe (toponímia, antroponímia, léxico corrente e empréstimos semânticos), a publicar em 2009. Já havia um, de José Pedro Machado, mas este tem mais elementos, "ainda que não pretenda ser exaustivo, porque todos os dias o português recebe contribuições árabes, como Al-Qaeda/A Base).

Assim, se já sabíamos que "oxalá" derivava de Insh'Allah (Deus queira), ficamos a saber que os árabes nos deram a "bochecha" (mashash), o jorro (jara), o açaime (al-zimân), a febra (habra) ou o tamarindo (tamr al-hindi, tâmara do Índico). Como chegou ele aqui? "Consultando muitos dicionários e fontes árabes", língua que aprendeu na Universidade Nova, nos anos 1980.

Para fazer a necessária pesquisa e escrever este dicionário, o arabista bateu às portas de "várias embaixadas e instituições culturais". Nenhuma se abriu, lamenta. Agora parte do prémio será usada para pagar despesas como a compra da imprescindível Enciclopédia do Islão, "com 12 volumes e cada um a 150 contos".

O Prémio Sharjah deve o nome e fundos a um emirado do golfo Pérsico. Curiosamente, Sharjah é um dos raros territórios árabes que Adalberto Alves, de 69 anos, ainda não visitou. A sua atenção vira-se agora para o sufismo, o misticismo islâmico. "Se perguntarem se sou muçulmano digo que sim, mas também que sou hindu, porque acredito na unidade de todas as religiões."

Sharjah, o território que dá nome ao prémio, é um dos poucos lugares árabes que Adalberto Alves ainda não visitou.»

domingo, 28 de setembro de 2008

Festival Islâmico al-Mossassa


Decorre em Marvão, de 3 a 5 de Outubro o Festival Islâmico al-Mossassa, celebrando assim a fundação do seu castelo, no século IX, por ibn Marwân, de quem tirou o nome.

عبد الرحمن بن مروان بن یونس

ʿAbdu r-Raḥmān bnu Marwān bnu Yūnus, também conhecido por "ibnu l-Jillīqī" (filho do Galego, designando "galego" qualquer habitante do Norte cristão) era um muwallad, um descendente de não muçulmanos, que, em 868, se revoltou contra o emir de Córdova, liderando um exército de moçárabes e muwallad. Um dos seus bastiões foi a vila de Marvão, cujo castelo construiu no cimo do monte, em cujo sopé se situou a cidade romana de Amaia.

O programa é aliciante!

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Cursos 2008

cartaz01

O ano lectivo começou, e o CLi retoma também a oferta de cursos. Os interessados na língua Árabe (e não só!) deverão contactar o CLi através dos contactos disponíveis na sua página, de modo a obter informações mais concretas. No caso do Árabe, poderão também contactar-me directamente.

Arabian Love Poems


Nizar Qabbani (é assim a transcrição correcta) é um dos poetas mais populares das letras árabes. Nascido em Damasco em 1923, morreu em 1998, em Londres.

Esta edição reúne poemas de temática amorosa, talvez o aspecto que mais notabilizou Qabbani. Os poemas são apresentados em versão bilingue, com a particularidade de o texto árabe não ser tipográfico, mas manuscrito (e vocalizado) pelo próprio Qabbani. Embora isto possa trazer dificuldades a quem está menos familiarizado e treinado na escrita árabe, não deixa de ser uma mais valia importante.

Nizar Kabbani, Arabian Love Poems. Full Arabic and English Texts. Three Continents Press, 1998

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Les Quarante Hadiths - الأربعون النووية


As hadith (حَديث ج أحاديث) são breves relatos orais que dão conta dos ditos e feitos de Maomé, constituídas por dois elementos: o relato propriamente dito, o matn (مَـتْـن), e a linha de transmissão, 'isnad (إسْناد). A linha de transmissão remonta aos tempos do Profeta, e visa autenticar o conteúdo da hadith.

O Imam An-Nawawi (631-676) recolheu 40 hadith de Maomé, que são editadas por este volume bilingue (árabe - framcês), e com transcrição fonética. O texto árabe está integralmente vocalizado.

Imam An-Nawawi, Les Quarante Hadiths - الأربعون النووية . Dar Albouraq, Beirute, 2005

sábado, 13 de setembro de 2008

Toponímia - Alcaria

A quem anda pelas estradas secundárias das planícies alentejanas não passa despercebida a quantidade de povoações com o nome "Alcaria", ora simples ora, mais comummente, composto. Por exemplo, "Alcaria dos Ruivos" ou "Alcaria dos Javazes". Alcaria é o árabe القرية (al-qarya), do radical قرى , com o sentido de hospitalidade.

قرية ج قرى
[qarya pl. qurān] - aldeia, povoação
Raiz: قرى

Toponímia - Albufeira

P9120004

Uma das praias mais bonitas da região de Lisboa é a Lagoa de Albufeira, perto de Sesimbra. O nome deve-se à grande lagoa de água salgada, que comunica com o mar na maré cheia. O aspecto curioso deste topónimo é o seu carácter pleonástico. É que se "lagoa" tem um significado claro para qualquer falante de português, "albufeira" é menos corrente, embora exista como substantivo comum, referindo-se a um lago de água salgada, ou, mais frequentemente, ao lago formado pelas águas contidas de uma represa.

A palavra tem a sua origem no árabe البحيرة (al-buḥayra - lagoa), do radical بحر , que dá também origem ao substantivo بحر (baḥr - mar), de que بحيرة é formalmente um diminutivo com a marca de feminino.

A mais conhecida Albufeira portuguesa é a situada no Algarve, mas esta, a de Sesimbra, é bem mais bonita.


بحيرة
[buḥayra] - lagoa
Raiz: بحر

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Uma viagem ao Gharb al-Andalus . 2


Numa rua de Faro, enquanto procurava uma pastelaria para matar saudades dos doces algarvios e dar uma facadinha na dieta, dei de caras com isto.

Uma viagem ao Gharb al-Andalus . 1

P9090207


Passei dois dias entre Mértola e o Milreu. Deixo aqui ligações para as fotografias que por lá tirei.

sábado, 6 de setembro de 2008

E não é que falou mesmo?


Ia eu na rua, aqui em Torres Vedras, com esta t-shirt, quando notei que do outro lado da rua um rapaz num carro estacionado me chamava. Quando cheguei perto dele, perguntou-me se eu sabia o que estava escrito. Quando lhe disse que sim, começou imediatamente a falar-me em árabe. O diálogo foi mais ou menos assim, e eu dispenso tradução:

هو ـ هل تتكلم العربية؟
أنا ـ قليلا
هو ـ أنا مغربي وأنت؟
أنا ـ أنا برتغالي
هو ـ أين تدرس العربية؟
أنا ـ في حامعة لشبونة وفي إنترنت أيضا
هو ـ أأنت مسلم؟
أنا ـ لا

huwa – hal tatakalamu l-ʿarabīya?
'anā – qalīlan
huwa – 'anā maġribīy wa-'anta?
'anā – 'anā burtuġālīy
huwa – 'ayna tadrusu l-ʿarabīya?
'anā – fī jāmiʿat Lišbūna wa- fī 'intirnit 'aiḍan
huwa – 'a'anta muslim?
'anā - lā

Depois perguntou-me se via canais de TV árabes, e porque aprendia árabe. Não me lembro da estrutura frásica que ele usou, e respondi em português, porque no inesperado da situação, e tendo em conta os meus ainda limitados conhecimentos, não era capaz de frases mais complexas. Foi uma experiência muito curiosa, fiquei muito contente por ter conhecido uma pessoa nova, e por ter conseguido acompanhar o diálogo em árabe.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Modern Arabic Short Stories

السلام عليكم يا أصدقائي كيف حالكم؟

Ronak Husni, Daniel L. Newman (ed.), Modern Arabic Short Stories. A bilingual Reader. Saqi Books, Londres, 2008. ISBN 13: 978-0-86356-436-9

O presente volume reúne 12 pequenos contos de outros tantos autores de língua árabe, de Marrocos ao Iraque. Os editores usaram como principais critérios de selecção a representatividade geográfica, e inexistência de traduções em inglês. Os nomes presentes são de autores consagrados nas letras árabes modernas, com particular destaque para o “Nobel” egípcio Najib Mahfouz (editado em Portugal como Naguib). A edição é, como indica o título, bilingue: na página direita o original árabe, na esquerda a tradução inglesa. O texto árabe não foi editado, respeitando as edições originais. A vocalização é rara, surgindo apenas em casos de eventual ambiguidade. Os editores anotaram, porém, o texto, com notas que remetem para o final de cada conto, desenvolvendo aspectos gramaticais e culturais. O objectivo assumido pelos editores é a utilização destes textos quer em situação de aula quer em aprendizagem autodidacta, e por isso os contos estão organizados de acordo com o grau de dificuldade.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Cosmorama - Islão

O programa Cosmorama de dia 17 de Agosto, na Antena 2, dedicou a sua emissão ao Islão e à sua música. A emissão está disponível para ouvir na página do programa.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Provérbios e frases feitas . 24

Para não esquecer o árabe durante as férias!


العلم في الصغر كالنقش في الحجر
[al-ʿilm fī ṣ-ṣiġar ka-n-naqš fī l-ḥajar]
o conhecimento na juventude é como um relevo na pedra

Vocabulário:
  • حجر ج أحجار
    [ḥajar pl. 'aḥjār] - pedra
    Raiz: حجر

  • صغر
    [ṣiġar] - juventude
    Raiz: صغر

  • نقش ج نقوش
    [naqš pl. nuqūš] - escultura, relevo
    Raiz: مهد

N.B.: a partícula كـ [ka-] introduz uma comparação.

Provérbios e frases feitas . 23

Para não esquecer o árabe durante as férias!



أطلبوا العلم من المهد إلى اللحد
['uṭlubū l-ʿilm mina l-mahd 'ilā l-laḥd]
procurai o conhecimento desdo o berço até ao túmulo
(ditos do Profeta)

Vocabulário:
  • طلب (u)
    [ṭalaba] - procurar
    Raiz: طلب

  • لحد ج لحود
    [laḥd pl. luḥūd] - túmulo
    Raiz: لحد

  • مهد ج مهود
    [mahd pl. muhūd] - berço
    Raiz: مهد

domingo, 27 de julho de 2008

Provérbios e frases feitas . 22

Para não esquecer o árabe durante as férias, um provérbio ou uma expressão por dia!


إبرة في كومة قش
['ibara fī kawmat qašš]
uma agulha num palheiro (monte de palha)

Vocabulário:
  • إبرة
    ['ibara] - agulha
    Raiz: إبر

  • قش
    [qašš] -palha
    Raiz: قش

  • كومة
    [kawma] - pilha
    Raiz: كوم

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Provérbios e frases feitas . 21

Para não esquecer o árabe durante as férias, um provérbio ou uma expressão por dia!

إذا كان الصبر مرا فعاقبته حلوة
['iḏā kāna ṣ-ṣabr murr fa-ʿāqibatuhu ḥulūwa]
se a paciência foi amarga, então o resultado é doce

Vocabulário:
  • حلو
    [ḥulū] - doce
    Raiz: حلو

  • صبر
    [ṣabr] - paciência
    Raiz: صبر

  • عاقبة ج عواقب
    [ʿāqiba pl. ʿawāqib] - resultado, fim
    Raiz: عقب

  • مر ج أمرار
    [murr pl. 'amrār] - amargo
    Raiz: مر

segunda-feira, 21 de julho de 2008

مَعالِمُ لِشْبونةَ ١

Deixo-vos um trabalhinho de casa que entreguei à minha professora egípcia este fim-de-semana, respondendo ao desafio de descrever os pontos de interesse ("landmarks"?) do nosso país ou cidade. Deixo a transcrição fonética no fim, para permitir que tentem ler primeiro sem mais ajudas do que as vogais breves. Não transcrevo foneticamente as vogais breves finais, excepto nas anexações, nos afixos ou antes do artigo, para evitar um encontro de 3 consoantes seguidas. Tradução? Talvez amanhã ;)

مَعالِمُ لِشْبونةَ

لشبونةُ مَدينةٌ جَميلةٌ وعَريقةٌ جِدًّا. فيها مَعالِمُ كَثيرةٌ ومُهِمةٌ ولكن الزَلازِلُ والتسونامي الكثيرة دَمَّرَتْها. أَكْبَرُهَا زِلْزالُ وتسونامي عام ١٧٥٥ اَلَّلذان دمّرَا مُعْظَم المدينةِ. وهَذهِ هي أَهَمُّ المعَالِمِ:

الكاتِدْرائية

P5110293

يَرْجَع تاريخُ كاتِدْرائيةِ سان جورج إلى عام 1150 بَعْدَ فَتْحِ المدينةِ العَرَبيّةِ على يَدِ البُرْتُغالييّن في عامِ 1147


قَلْعةُ القِدّيسِ جِرْجِسَ

PC280018


هِيَ قَلْعةٌ عَريقةٌ جِدًّا. كانَتْ رومانيّةً، ثُمَّ قُوطيّةً، ثم عربيةً، وأخيرا برتغاليةً. تَقِعُ على إحدى هَضَباتِ لشبونةَ السَّبْع. على هذه الهَضَبةِ كانَتْ. ولِذَلِك فَإنَّ الكَثِيرَ مِنَ الأحْيَاءِ هُنَاكَ مَازَالَت تَحْمِل أَسْمَاءً عَرَبِيَّةً مِثْل الجوبه (Aljube) والحمى (Alfama) وغَيْرهما. المَدِينَةُ العَرَبِيَّةُ القَدِيمَةُ


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Alfama